quinta-feira, 26 de novembro de 2009

voar!!!!!

Penso che un sogno così non ritorni mai più


mi dipingevo le mani e la faccia di blu

poi d'improvviso venivo dal vento rapito

e incominciavo a volare nel cielo infinito



Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu dipinto di blu

felice di stare lassù

e volavo, volavo felice più in alto del sole

ed ancora più su

mentre il mondo pian piano spariva lontano laggiù

una musica dolce suonava soltanto per me



Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu dipinto di blu

felice di stare lassù

ma tutti i sogni nell'alba svaniscon perché

quando tramonta la luna li porta con sé

ma io continuo a sognare negli occhi tuoi belli

che sono blu come un cielo trapunto di stelle



Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu degli occhi tuoi blu

felice di stare quaggiù

e continuo a volare felice più in alto del sole

ed ancora più su

mentre il mondo pian piano scompare negli occhi tuoi blu

la tua voce è una musica dolce che suona per me



Volare oh, oh

cantare oh, oh, oh

nel blu degli occhi tuoi blu

felice di stare quaggiù

nel blu degli occhi tuoi blu

felice di stare quaggiù

con te

 Realmente é um sonho e tanto...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

CONFISSÕES ABORRECENTES

ESCREVI ISSO NO BLOG DE UM AMIGO FAZ UM TEMPO... ACHEI LEGAL REESCREVER.. mODIFIQUEI ALGUMAS OPINIÕES, MAS A ESSENCIA AINDA É A MESMA...

Sempre acreditei que olhar oblíquo significava apenas que a pessoa em questão era só vesga... Por isso sempre me identifiquei com o adjetivo, pois, como quem realmente já olhou em meus olhos sabe, eu sou um pouco vesga. Não há como contestar... Aí descobri que isso quer dizer muito mais que um atributo(se é que eu posso assim denominar) físico.
O olhar oblíquo é um olhar enviesado, misterioso, cheio de enigmas; e se tem uma coisa que meus olhos não têm é segredo... Aliás, quando o assunto é este, acredito que minhas retinas negras e obtusas acompanhem a minha boca que, de tão grande, entrega até os meus próprios segredos, porque eu sempre falo demais. Então, devo mesmo pensar só na vesguice, que é o atributo que melhor define a obliquidade do meu olhar...
Mas, por um momento fiquei pensando que esta particularidade (outro substantivo que pode ser impróprio) pode ser um dom.
Graças aos meus olhos tortos, vejo tudo torto: Um lado só das coisas, uma só visão parcial, sentimental, irracional... passional.
À primeira vista de meus olhos enviesados as coisas sempre vão dar certo: o telefone sempre vai tocar, eu sempre vou cortar o fio certo, as intenções são sempre boas e as pessoas sempre vão me entender... Só que isso nem sempre acontece... mas não faz mal por que, apesar de tudo isso, continuo estrábica e sempre vou ver as coisas do mesmo jeito... A obliquidade me permite desejar.... e, mais ainda, ter esperança, ainda que os desejos estejam longe da mão....
Se eu vou alcançá-los um dia? Quem vai saber... Mas uma coisa é certa: como eu sempre tenho a oblíqua certeza de que tudo sairá como eu vejo, eu estou sempre fazendo as coisas acontecerem ao meu redor... E ISSO FAZ QUALQUER UM CRESCER... ATÉ UMA PESSOA OBLÍQUA...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

retornar é preciso...

Sempre é preciso voltar em algum momento.
Voltamos a correr, a estudar, a visitar...
estamos sempre retornando p alguma coisa... é isso que nos faz crescer, pois, quando voltamos à pequenas coisas temos sempre a ilusória sensação de que estamos recomeçando a vida.
Digo ilusória, não por pessimismo, mas por constatação, afinal, não podemos voltar o tempo (e esse é o nosso real desejo), então refazemos pequenas coisas para ter essa sensação de redenção, recomeço....
Assim, estou oficilamente voltando para cá.
Espero que agora possa perdurar...
obrigada à todos.